Faz tudo pensando em levar vantagens
Cada gesto é premeditado
Coração vazio
Que a própria mãe sente pena e chora
É prepotente e calculista
Chega de mansinho igual escorpião
Passa por uma brecha despercebido
Causa o estrago
Deixa marcas
Natureza como sempre sábia
Cobrança chega sem piedade
Mestre da esperteza...
Em um beco sem saída grita:
Socorrooo!
Quem seria esse, Ana?? Pra ser tãooooooo esperto assim: o amor, o ódio, o sonho, o inimigo, o demônio...??
ResponderExcluirNós, poetas, tentamos definir o indefinível, querida.
Mas uma coisa eu penso: amor não é calculista, muito menos prepotente. É manso e não fere intencionalmente.
Ah, amei o visual do blog, tá lindo, bem fashion mesmo. rsrs
beijooooooo